Subordinação e Valor Humano

Subordination1

Caros Leitores, este é um tema chave para entrar no mundo do Valor Humano. Pois, para o fazermos, primeiro temos de nos ‘despir’ de preconceitos e entrarmos confiantes e motivados num referencial que tem como objetivo supremo a criação de Valor sem subordinação aos referenciais do passado. Os referenciais do Futuro são o Homem, os Valores Humanos e o Valor que será capaz de construir em Sociedade, apenas subordinado à Vida na nossa Biosfera.

Vou valer-me da Wiquipédia para transmitir o conceito de subordinação (p.f. ver Wikipédia https://pt.wikipedia.org/wiki/Subordina%C3%A7%C3%A3o).

“Subordinação é o estado de um indivíduo que não tem a total liberdade para tomar suas próprias decisões. Subordinação é o contrário de autonomia.

Subordinação não se confunde com a escravidão, embora o trabalho escravo seja subordinado. A história do trabalho subordinado iniciou-se com a escravidão, persistindo nos dias de hoje com a relação de emprego.

As fases do trabalho subordinado são, segundo a doutrina jurídica:

  • Escravidão
  • Servidão
  • Contrato Civil (Após as Revoluções Industrial e Francesa)
  • Relação de emprego”

Ou seja, subordinação significa sempre perda de graus de liberdade.

E, se considerarmos que a subordinação passe a ser a maximização dos graus de liberdade com Valor Humano?

Estar dependente de Valor Humano é bem melhor que estar dependente de dinheiro ou outro Poder qualquer.

No Valor Humano estaremos sempre dependentes uns dos outros, nesta nossa bela Biosfera, na construção de uma Consciência Coletiva potenciadora de Liberdade e Valor.

No estado em que a atual Sociedade se encontra, passar da subordinação à dominação é uma pequena ‘brisa’ de mudança.

O que estamos a assistir hoje, por todo o mundo, é a uma subordinação total do Poder Político ao Poder Financeiro com a total perda de Valor e Poder Humano. A continuarmos nesta evolução, não me admira que o Poder Militar seja a próxima subordinação da Sociedade.

Mais grave que tudo isto é o facto de o Homem não conseguir congregar-se numa Consciência Coletiva que lhe permita reconhecer os erros e construir um novo paradigma para a Sociedade Globalizada, que seja independente do Poder Financeiro.

Somos capazes de nos subordinarmos a muitos outros referenciais, como o Religioso e o Político, com a boa intenção de conseguirmos atingir um referencial global comum, mas acabamos sempre por criar mais elos de divisão que de união entre Humanos, ao ponto de nos odiarmos sem sentido. O argumento da natureza humana aqui não é válido, porque a nossa natureza é aquela que nos for transmitida.

Dá a sensação que o Homem não aprendeu nada ao longo das últimas duas ou três gerações. Evoluímos tecnologicamente muito, mas Humanamente quase nada. Deixámo-nos enfeitiçar pela nova realidade da obsolescência tecnológica e ficámos apáticos, como viciados, presos num mundo sem Futuro.

Houve muitas conquistas sociais, mas todas elas subordinadas ao Poder Financeiro. O mesmo se passou com os avanços científicos e no conhecimento intrínseco do Homem (fisiológico, bioquímico e psicológico). Tudo se encontra ‘amarrado ao mesmo cais’ onde têm de ‘atracar todos os navios que partam à descoberta de novos mundos’.

Para se aplicar qualquer destes avanços da genialidade Humana, estes têm que se subordinar ao mesmo referencial de sempre. Como se o Valor Humano não tivesse a autonomia em relação a qualquer subordinação, que não seja à do Ser Humano e dos seus Valores.

A minha proposta de mudança paradigmática, ainda em construção, encontra-se expressa nos textos deste meu Blog, relacionado com o Valor Humano. Caberá aos meus Leitores avaliarem estas propostas e juntos começarmos a motivadora tarefa de construir de raiz uma Sociedade de Valor Humano. Para tal são necessárias ‘boas sementes’, ‘terreno fértil’ e ‘bom clima’. A meu ver, nenhuma destas coisas falta neste mundo.

Talvez falte muita coragem para começar, ou, será medo?

Convido o meu Leitor a entrar neste Novo Mundo com um espírito diferente daquele dos nossos antepassados, que partiram para conquistar e ocupar novas terras, subordinados aos Reinos que os financiaram.

Nesta nossa caminhada, vamos construir, partilhar, amar e ajudar a desenvolver mais Valor Humano, com sabedoria e coragem.

Vamos partir?

Alfredo Sá Almeida                                                                                                      23 de Setembro de 2015

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A Dinâmica entre Valores e Direitos Humanos

Direitos Humanos1

Texto extraído do meu livro “Despertar para o Futuro” (publicado em 2014), que faz todo o sentido neste novo tema que tenho desenvolvido (“Valor Humano“) e que será objeto do meu próximo livro. Espero que gostem.

“Vivemos num mundo paradoxal, onde se torna legítimo questionar se existe um verdadeiro desígnio para a boa vontade Humana.

Na sequência das atrocidades e abalados pela barbárie cometida pelos Homens durante a Segunda Guerra Mundial, que quase fez ruir os alicerces do Humanismo, os dirigentes das Nações que emergiram como potências no período pós-guerra decidiram promover a Paz e a Democracia com o fortalecimento dos Direitos Humanos.

Nesse sentido, surge em 1948, sob a égide da Organização das Nações Unidas “A Declaração Universal dos Direitos Humanos, que delineia os direitos humanos básicos”. Esta resolução (A/RES/217) foi adotada pela ONU em 10 de Dezembro de 1948. (https://dre.pt/comum/html/legis/dudh.html)

“Embora não seja um documento que representa obrigatoriedade legal, serviu como base para os dois tratados sobre Direitos Humanos da ONU, com força legal, o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos, e o Pacto Internacional sobre os Direitos Económicos, Sociais e Culturais.”

Todas as Pessoas no Mundo, Homens de boa vontade, ficaram com a esperança fundada que os valores da PAZ e DEMOCRACIA seriam, a partir de então, os marcos universais que impulsionariam os Valores Humanos e um verdadeiro Desenvolvimento Humano.

Passados 66 anos, deste importante evento, verificamos com tristeza que os Direitos Humanos, apesar de terem sido subscritos por uma grande maioria dos Países que integram a ONU, não deram origem a uma dinâmica continuada de desenvolvimento de Valores Humanos, pelas Populações desses Países.

Em vez disso, assistimos ao proliferar da arrogância e da indiferença para fazer valer Vontades com Valores distintos dos Humanos. A ponto de as fazerem valer pela força das armas ou pela agressividade das atitudes e comportamentos, impondo soluções e desrespeitando a vontade das Pessoas no seu Coletivo genuíno.

De modo suave e paulatino foram sendo implementadas soluções civilizacionais que possuem mais características de alienação Humana do que, verdadeiramente de sentido Humano com Valor.

Para mim, os Valores Humanos são os alicerces essenciais do caráter e personalidade do Homem. Os Direitos Humanos são uma orientação reconhecida globalmente como importante para as atitudes e comportamentos do Homem em Sociedade.

“Os Valores Humanos [Amor, Altruísmo, Amizade, Bem Comum, Cidadania, Civilização, Civismo, Comunidade, Consciência, Cultura, Dignidade, Educação, Esperança, Ética, Felicidade, Humanização, Idealismo, Igualdade, Justiça, Liberdade] – (http://www.escoladecidadania.org/) mesmo em Pessoas nos estágios mais baixos de desenvolvimento psicológico, devem ser aplicados ao longo da escolaridade das crianças e dos jovens de todas as Nações. O caráter universal e global destes são fundamentais para todas as mudanças de paradigmas civilizacionais no Futuro. Sem eles o VALOR do Homem ficará amputado e desviado do verdadeiro sentido da sua VIDA.” – Alfredo Sá Almeida in ‘Consciência de Futuro Coletivo’.

É impossível imaginar um Futuro Global sem Valores e sem Direitos Humanos.

Todos nós temos vindo a acompanhar os constantes atropelos e desrespeito pelos mais elementares Direitos Humanos, levando-nos a questionar se o Homem consegue ter desígnios de Ser Humano. Mas também verificamos um abandono educacional ‘monstruoso’ do ensino e prática dos Valores Humanos em todas as faixas etárias das Populações, seja em Países designados de ricos ou pobres.

Por outro lado, os sistemas Educacionais oficiais dos Países têm estado a afastar-se, cada vez mais, daquilo a que podemos chamar de desígnios plausíveis do Futuro, encontrando-se presentemente divorciados do Futuro da Humanidade. Este facto só pode representar uma falta gritante de sentido de Humanidade e do que representa o Ser Humano, na sua verdadeira dimensão cultural, social e racional.

A meu ver, esta realidade deve-se a uma falta de estratégia pedagógica universal que oriente os Educadores para a importância e Valor do Ser Humano para o equilíbrio da sua espécie e da sustentabilidade da Biosfera.

O Mundo atual de 7 biliões de habitantes Humanos é caracterizado por uma diversidade cultural, social e política, com cerca de 6900 idiomas, em estados de desenvolvimento distintos, onde a raiz dos Valores Humanos é a mesma independentemente da latitude e longitude desses Humanos.

De acordo com a Unesco, para passar de uma geração a outra (25 anos), uma língua precisa ser falada por pelo menos 100 mil nativos. Pois bem, o mesmo se pode aplicar à passagem do testemunho de Valores Humanos, seja pela teoria ou pela prática continuada. Caso não o façamos esses Valores acabam por perder-se.

Só faz sentido apelidarmo-nos de Seres Humanos se integrarmos os Valores respetivos, caso contrário seremos elementos vivos da Biosfera sem o consequente caráter.

Todos nós temos consciência que o grau de desenvolvimento das Populações, coadjuvado pela sua Educação, é determinante para uma melhor prática social. O Índice de Desenvolvimento Humano (aplicado em 187 Países e territórios) do Relatório de 2013 revela ganhos significativos desde 2000 na maioria dos países do Sul (http://hdr.undp.org/sites/default/files/pr2-hdi-2013hdr-port.pdf).

O que podemos constatar é que todos os Seres Humanos merecem uma educação de qualidade. No entanto, atualmente cerca de 62 milhões de crianças e 759 milhões de adultos não têm acesso a esse direito. Para eliminar essa lacuna, são necessários mais 18 milhões de professores em todo o mundo para se atingir o ensino primário universal até 2015.

http://www.educacaoparatodos.org/index.php?option=com_content&view=article&id=6&Itemid=7

Assim sendo, é legítimo que cada Cidadão do mundo pergunte às respetivas Autoridades de seus Países ‘O que é que cada Estado tem feito em prol de Valores e Direitos Humanos’?

Seria importante, senão fundamental, criar uma dinâmica em cada País, quer através dos Sistemas Educacionais quer através da Sociedade Civil, de modo a desenvolver uma avaliação constante (com indicadores funcionais) dos avanços de Valores vs Direitos, e, como esses dois ‘marcos’ se conjugam para uma harmonia Humana.

Sem uma dinâmica e estratégia pedagógica global, temo que Valores e Direitos Humanos possam esfumar-se em características voláteis de Seres descaracterizados da Biosfera.”

Alfredo Sá Almeida                                                                     12 de Maio de 2014

A Hipocrisia não entra no Valor Humano!

Lobo com pele de cordeiro C

Vivemos tempos difíceis em variadas dimensões Humanas: Social, Intelectual, Política, Económica, Educacional, etc.

O Homem conseguiu complicar cada uma destas dimensões a um nível tal que não se torna possível explicar apenas pela ausência de Valores. Um dos elementos deturpadores e demolidores do bom desenvolvimento destes referenciais chama-se HIPOCRISIA.

Este comportamento e atitude, de muitos membros da Sociedade atual, é usado e abusado despudoradamente de um modo maquiavélico tal, que contribui para abafar o Valor Humano. Esta conduta não encontrando obstáculo, acaba por proliferar devido à nossa indiferença e passividade.

Infelizmente, tornou-se uma característica aperfeiçoada e refinada com o contributo dos meios de comunicação social, das tecnologias da comunicação e da informação, da publicidade e do marketing.

Para o analista social Noam Chomsky, a hipocrisia, é definida como a recusa de “… aplicar a nós mesmos os mesmos valores que se aplicam a outros”. Os hipócritas são especialistas em denunciar e humilhar alguém por determinados comportamentos e atitudes em que eles próprios se aperfeiçoaram. Na grande maioria das vezes vem disfarçada de crítica moral.

François de La Rochefoucauld utilizou a sua mordacidade para colocar a nu a essência do comportamento hipócrita: “A hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude”.

Eu tenho vindo a defender e a dar corpo ao tema do Valor Humano de um modo sincero e honesto, realçando os atributos que deveriam ser desenvolvidos pelo sistema educacional e anulando aqueles que estão, nitidamente a prejudicar a criação desse Valor. Muitas vezes dou comigo a meditar sobre o modo como os meus Leitores ‘sentem’ a leitura que fazem, do que escrevo. Fico com algum receio que o ‘complicómetro’ da hipocrisia retire Valor àquilo que escrevo.

O facto de ser espontâneo e sincero acaba por me expor à crítica maliciosa de quem quer ‘ver’ em mim um ‘moralista mal acabado’. E, como não sou um especialista em hipocrisia não me dá destreza de disfarçar o que sinto e o que penso.

Ultimamente temos assistido a momentos de pura hipocrisia política, económica e social, devido ao fenómeno dos migrantes da Síria e de outros Países da Ásia e da África.

Meus caros Leitores, se quiserem condenar algum migrante sejam JUSTOS e não HIPÓCRITAS! Utilizem os referenciais de Valor Humano que utilizam convosco!

Pensem nos migrantes, que por todo o mundo, colocam a sua vida em risco e a dos seus entes mais queridos, para conseguirem uma vida mais digna e melhor, atravessando fronteiras, mares, montanhas, desertos e gelo, para chegarem a um destino que lhes permitirá obter maior dignidade como Seres Humanos. Imaginem as mudanças e a motivação que são necessárias para realizar essa epopeia e a capacidade de acolhimento que os que os recebem têm que ter para que exista fraternidade.

Sobretudo, pensem nesses migrantes como se fossem VOCÊS!

Esses migrantes FOGEM de tudo o que não presta em Sociedade. Fogem da guerra, da escravidão, da estagnação de uma Vida sem qualidade, fogem da falta de oportunidades, fogem de doenças que ninguém controla, para eles e para os seus filhos, fogem de uma Sociedade que não lhes oferece Educação, em suma, fogem de uma Sociedade doente e sem perspetivas de cura, que muitos de nós ocidentais (ditos povos civilizados) ‘alimentamos’ com os nossos maus hábitos e vícios de Vida.

Que será melhor para eles, ficar e confrontar os políticos e militares locais para melhorarem as condições de Vida, ou, deixar tudo para trás e procurar outro local onde possam ser mais felizes? Quem os pode ajudar?

Quando é para promover a guerra, os Países Ocidentais estão na linha da frente junto desses Países do Médio Oriente e Ásia, fornecendo-lhes armas e enviando soldados. Mas depois que as realidades e o choque cultural se complicam e as Pessoas têm de fugir da guerra e das atrocidades, colocam-se na retaguarda e esperam que outros resolvam o que eles ajudaram a criar.

Entretanto, existem políticos no ocidente que classificam os migrantes como ‘praga’, nem lhes dão uma condição Humana, construindo ‘muros’ para os impedir de passar.

Os Europeus enchem-se de preconceitos e outras atitudes e comportamentos hipócritas contra os migrantes, mas já não se lembram do que aconteceu com os seus antepassados, e durante as Primeira e Segunda grandes Guerras Mundiais, com migrações maciças para todo o continente Americano (Norte, Centro e Sul). Afinal, os nossos antepassados ainda acabaram por prejudicar as culturas e os Povos Índios dos Países para onde migraram. Esses Povos são na realidade os verdadeiros donos do Brasil e de todos os outros territórios Americanos. Por todo o lado, os ocidentais migrantes (na grande maioria Católicos) portaram-se como infiéis. Ocuparam as terras, expulsaram e maltrataram quem lá vivia. E, ainda hoje, se acham no direito de continuar a fazer o que há muito a consciência global condena. E ainda são capazes de se insurgir contra os terroristas do Estado Islâmico por aquilo que estão a fazer no médio oriente (que é humana e culturalmente condenável)! Mas que falta de coerência, hipocrisia e falta de Valores Humanos!

O mesmo se passa, nos dias de hoje, com as realidades da Desigualdade e do Desenvolvimento Humano que estão envoltas em muita hipocrisia e muita ausência de Valor Humano.

Continuamos a não valorizar a IGUALDADE de oportunidades e a não dar as mesmas condições de vida e educação, a crianças e jovens, quer tenham pouco ou muito do ponto de vista económico.

Separamos e classificamos as Pessoas pelo valor monetário e não as apreciamos pelo seu Valor Humano. Deste modo, será muito difícil obtermos uma Cultura de Valor aplicada ao mundo global.

Deixemos de nos especializar em hipocrisia e especializemo-nos em Valor Humano, tornando assim mais fácil e saudável todo o relacionamento entre Seres Humanos.

Sejamos Pessoas de verdade e não ‘atores’ pretensiosos e fingidos, que colocam o ‘negócio’ no centro do relacionamento Humano!

Será que consideramos que a nossa segurança e o nosso bem-estar são mais importantes e mais valiosos que a segurança e bem-estar dos outros? Afinal, somos Seres empáticos ou apáticos?

Alfredo Sá Almeida                                                                                       12 de Setembro de 2015

O Propósito do Valor Humano

Propósito porta

O meu objetivo está em demonstrar que o Valor Humano é o VALOR supremo e universal que deverá congregar os Seres Humanos e os seus Valores.

A VIDA nas suas diversificadas formas e dimensões é um BEM que deve ser preservado com equilíbrio dinâmico, onde o Homem tem uma responsabilidade acrescida por ser a única espécie com capacidade de gestão imparcial desse equilíbrio.

O desenvolvimento civilizacional sustentável na nossa Biosfera é o motor que deverá motivar qualquer Ser Humano a agir, cumprindo o Propósito do seu VALOR.

Nesta ‘equação’ da Vida está inerente toda a ação que conduza ao BEM COMUM a todas as espécies.

Este Propósito positivo e Humanista respeita todas as sensibilidades culturais e religiosas com Valor.

O grande problema do Homem estará sempre no modo e na forma de lidar com a influência dos Antivalores Humanos na Vida.

Todos nós temos consciência que a Educação e a Justiça são, por excelência, os sistemas Humanos capazes de resolver com Valor esse grande problema. No entanto, apesar da inteligência do Homem, ele ainda não é capaz de construir coerentemente estes sistemas para que o resultado da sua aplicação respeite integralmente a VIDA, como propósito do Valor Humano.

Significa isto que deveríamos TODOS encontrar o denominador comum que permita unir a nossa espécie em torno de princípios fundamentais não permissivos com os Antivalores, sem que isso constitua uma forma de preponderância inaceitável.

Afinal, o Valor Humano é a transcendência da VIDA.

Alfredo Sá Almeida                                                                                                      3 de Setembro de 2015