A Dinâmica do Valor Humano na Continuidade e/ou Mudança

A VIDA é a melhor representação de que a Continuidade e a Mudança são indissociáveis e existem em perfeito equilíbrio dinâmico. A evolução Humana é o resultado dessa dinâmica, onde os genes representam um papel importante. Na outra face desta ‘medalha’ evolutiva encontra-se o ambiente circundante e as influências positivas e/ou negativas que elas acrescentam à evolução.

A Vida pode ser representada por uma sucessão de fenómenos (nascimento, crescimento, declínio e morte) que possuem uma continuidade coerente sujeita às mudanças de percurso.

Continuidade e mudança

Esta citação de C. S. Lewis transmite brilhantemente a interligação destas duas realidades (Continuidade e Mudança).

O Homem tem a capacidade de manter esta dinâmica unida ou desmembrada. É nele que reside o poder supremo de nos transportar para o Futuro ou de nos fazer regredir evolutivamente.

Esta Mudança na continuidade, ou, Continuidade da mudança pode conduzir-nos muito longe no tempo.

As mudanças radicais ou saltos quânticos de mudança devem estar reservados para os fenómenos naturais e catastróficos, para os quais o Homem se deve preparar Social e tecnologicamente numa gestão exemplar de crises Humanas.

Nos últimos 150 anos da vida do Homem temos assistido a muito de TUDO, a excessos de toda a natureza praticados pela Inteligência e pela mais cruel animalidade Humana.

Mudança SH

A evolução tecnológica exponencial destes últimos anos tem produzido boas e más mudanças no Ser Humano, numa continuidade que nos poderá conduzir a um Futuro melhor para TODOS, ou só para alguns de Nós.

Na análise que faço dos últimos 70 anos da vida do Homem, verifico que se tem vindo a perder proporcional e sistematicamente Valores Humanos (tendo em linha de conta o aumento exponencial da população mundial). Houve barreiras que foram transpostas por impulso, em nome de uma Liberdade pouco Inteligente, que acabaram por se revelar desastrosas para o Valor Humano. Exemplo disso é a Qualidade de Vida das Pessoas que a meu ver se tem vindo a degradar, mercê de muitos aspetos de deficiente integração tecnológica na vida dos Seres Humanos e a uma gestão desastrada de marketing. Estamos a perder qualidades no contacto Humano e da vida em Sociedade, pela vida profissional acelerada, pelo stress diário continuo, pela falta de empatia, por uma deturpação do sentimento primordial do Amor e por uma miríade de pequenas/grandes mudanças operadas, que nos estão a conduzir a um Futuro pouco digno de Seres Humanos.

Como pretendemos melhorar significativamente o relacionamento Humano em Sociedade com estes ‘alfinetes’ espetados no nosso corpo?

Por outro lado, assistimos a uma concentração desmesurada de Valor não Humano, em Pessoas sem escrúpulos e sem ética, impelidos pela ganância do Poder ou do Dinheiro, com resultados catastróficos na Vida de muitas outras Pessoas, numa espiral de desigualdades inimaginável.

A meu ver, esta perda sistemática de Valores Humanos, com a consequente perda de Valor Humano, deveria dar origem a uma nova dinâmica de Valorização Humana com uma integração cuidada das melhores soluções das novas tecnologias que nos ajudem a ganhar inclusão social e consciência coletiva.

A degradação de Valor Humano pode e deve ser parada, com um incremento significativo da transmissão coerente de Valores Humanos no ensino regular, onde os Professores deverão receber formação especial para este efeito. Isto implicará um aumento do número de Professores bem preparados para uma mudança efetiva do funcionamento da nossa Sociedade Global.

Mudança Dalai Lama

A inovação, a criatividade e a tecnologia do Futuro têm de possuir Valor Humano para nos podermos identificar de forma coerente com esses desenvolvimentos, e, não cairmos em experimentalismos eticamente desequilibrados.

A grande maioria das carências emocionais, afetivas e até espirituais da atualidade devem ser erradicadas pela Educação (na Família e no Ensino regular). Os Valores que nos forem bem transmitidos pelos bons exemplos do funcionamento da Sociedade permanecerão na nossa mente, numa continuidade saudável suscetível de produzir mudanças sistemáticas de Valor Humano.

Alfredo Sá Almeida                                                                                             30 de Abril de 2016

O Positivismo Otimista tem Valor Humano?

Educação Humana

Ser um Positivista Otimista convicto, nos dias de hoje, é um empreendimento árduo em constante sobressalto que requer uma boa preparação mental, uma inteligência holística estruturada, conhecimentos científicos sólidos, uma Consciência Coletiva e uma resiliência dignas de nota. Para defender e fazer valer o seu ponto de vista, uma Pessoa com estas características, necessita ainda de uma capacidade de argumentação notável, para não deixar dúvidas sobre os ‘caminhos’ traçados com importância para o Homem.

Vamos primeiro esclarecer (de modo simples) o que se entende por Positivismo, e, por Otimismo, para depois focarmos a dimensão do Positivista Otimista. Assim:

– “Positivismo é uma corrente de pensamento filosófico, sociológico e político que surgiu em meados do século XIX na França. A principal ideia do positivismo era a de que o conhecimento científico devia ser reconhecido como o único conhecimento verdadeiro.

O principal idealizador do movimento positivista foi o pensador francês Auguste Comte (1798-1857), ganhando destaque internacional entre metade do século XIX e começo do XX. Segundo o positivismo, as superstições, religiões e demais ensinos teológicos devem ser ignorados, pois não colaboram para o desenvolvimento da humanidade.” – (http://www.significados.com.br/positivismo/)

“Assim, o positivismo associa uma interpretação das ciências e uma classificação do conhecimento a uma ética humana radical, desenvolvida na segunda fase da carreira de Comte. O positivismo defende a ideia de que o conhecimento científico é a única forma de conhecimento verdadeiro. De acordo com os positivistas somente pode-se afirmar que uma teoria é correta se ela foi comprovada através de métodos científicos válidos. Os positivistas não consideram os conhecimentos ligados as crenças, superstição ou qualquer outro que não possa ser comprovado cientificamente. Para eles, o progresso da humanidade depende exclusivamente dos avanços científicos.” – (https://pt.wikipedia.org/wiki/Positivismo)

“A ideia do pensamento positivista foi centralizada em sete termos e significados, de acordo com Comte: real, útil, certo, preciso, relativo, orgânico e simpático.” – (http://www.significados.com.br/positivismo/)

Já o Otimismo é uma atitude e um comportamento positivo perante a vida. Assim:

– “Pessoa que se revela confiante, esperançosa e positiva. É o indivíduo que é partidário do otimismo, e otimismo é a disposição que as pessoas desenvolvem para apreciar todas as coisas pelo lado bom.

Otimista é aquela pessoa que acredita que tudo vai dar certo, que nada é considerado impossível. Ser otimista é ter atitudes seguras, em face aos problemas humanos e sociais, e considerá-los passíveis de uma solução positiva.

O indivíduo otimista se mostra sempre esperançoso, vê sempre as dificuldades pelo lado mais favorável.” – (http://www.significados.com.br/otimista/)

Uma curiosidade importante sobre o comportamento Otimista: “A Universidade de Yale realizou um estudo de 29 anos sobre a atividade otimista e concluiu que o fator mais importante para a saúde era a felicidade. Mais até que níveis de colesterol, pressão sanguínea, fumar ou obesidade. Diminuindo o risco de morrer por derrame ou desenvolver doenças do coração. O estudo também descobriu que com atitudes OTIMISTAS vive-se em média 7 anos e meio a mais.” – André Aguiar (http://www.andreaguiarpersonal.com.br/index.php/2015/09/07/otimismo/)

Penso que já nos encontramos minimamente preparados para falar sobre uma personalidade Positivista Otimista. Mas primeiro vou recorrer às palavras de César Romão, um Escritor-Palestrante especialista em Gestão de Pessoas, que em 2013 escreveu no seu blog um texto muito interessante, intitulado “Pessoa positiva ou otimista” (http://escritorcesarromao.blogspot.pt/2013/06/pessoa-positiva-ou-otimista.html)

Afirma este Autor: “Otimismo não é somente uma emoção que retrata positivismo. A maioria das pessoas é positivista e não otimista. Pessoas otimistas são aquelas que possuem e pesquisam o maior número de informações possíveis sobre um determinado assunto que requer decisão para ser colocado em prática ou vivenciado. Positivistas só acreditam que dará certo, otimistas fazem dar certo.

Otimismo é uma escolha. Você pode decidir entre sofrer por algo que poderia ter vencido ou viver por algo que acredita que vale o sacrifício. Otimismo é uma competência que pode ser desenvolvida com uma metodologia de crescer nas avaliações que faz sobre a vida e seus desafios.

Pessoas otimistas transformam esforço em resultado, não ficam esperando a vida decidir por elas, elas decidem por si. Todo problema é grande pela razão de ainda sermos pequenos para resolvê-lo. As pessoas precisam acreditar que é importante saber mais sobre as coisas que devemos enfrentar na vida, só assim podemos superá-las.

Positivismo atrapalha muito, cria falsas esperanças, faz parecer que tudo vai se resolver num passe de mágica e quando não acontece à pessoa procura um culpado. Devemos estudar mais sobre nossos desafios, sobre as competências que precisam ser desenvolvidas para superá-los, assim como quais os tipos de pessoas que podem realmente nos ajudar.”

Este texto leva-nos a reconhecer que devemos estruturar-nos para uma integração destes dois ‘pilares’ na mesma Pessoa (Positivismo Otimista) para estarmos melhor preparados para enfrentar tanto pessimismo e derrotismo do mundo atual. Sobretudo, no que diz respeito ao Futuro do Homem e à nossa capacidade para ultrapassar e vencer desafios, que nos permitam a construção de um novo Paradigma.

Aqui chegados, resta-me desafiar o meu caro Leitor a fazer um exercício mental que corresponde à questão que coloquei em título: “O Positivismo Otimista tem Valor Humano?”

A meu ver, existe uma forte probabilidade de uma Pessoa Positivista Otimista contribuir decisivamente para um maior Valor Humano. Mas não considero que seja assim tão linear esta resposta.

Sem me tornar pessimista, vou explicar o que quero dizer, com um grau significativo de realismo.

A realidade atual e o estado de degradação de Vida a que o Homem conseguiu arrastar os outros Homens, assim como TODA a Biosfera, leva-me a pensar que é necessário bem mais do que uma multitude de espíritos Positivistas Otimistas para se construir um novo Paradigma de Valor Humano Global, tal como o venho defendendo (*).

Torna-se imperiosa a necessidade de coordenação e conjugação de esforços, imbuídos de uma Consciência Coletiva e um foco claro no Futuro do Homem, com respeito pela Liberdade, Dignidade e Justiça Social, num ambiente sustentável e Humanamente sustentado. Deste modo, a construção do Valor Humano será baseada numa Educação de excelência para TODOS, e, na ausência da interferência ‘maligna’ do dinheiro.

O Positivismo Otimista não se deve apropriar da criatividade Humana para distorcer o foco dos objetivos primordiais do Valor Humano. Infelizmente, temos assistido a uma criatividade financeira, recheada de Positivistas Otimistas, com uns requintes maquiavélicos tais, que me levam a colocar em causa os seus ‘bons’ desígnios desta atividade Global.

A intervenção do Leitor nestas questões e o ‘despertar’ de consciências é fundamental para ações bem-sucedidas na construção deste novo Paradigma.

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(*) Recomendo ao meu caro Leitor consultar outros textos meus (neste Blog) que dizem diretamente respeito ao Valor Humano e à mudança de Paradigma que venho defendendo. Assim:

Alfredo Sá Almeida                                                                                                      23 de Abril de 2016

O Efémero, a Mudança e o Futuro

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Escultura do artista Espanhol Manuel Martí Moreno (http://www.ideafixa.com/o-enferrujado-efemero-de-manuel-marti/)

Durante a nossa vida habituamo-nos a realidades distintas, umas construídas por nós, outras pelos nossos pares. Nem sempre essa construção de realidades tem o sucesso esperado e muitas vezes, quer umas quer outras, causam complicações irreversíveis e infelicidades desnecessárias na nossa e na vida dos outros.

O Amor, a dedicação e empenho que colocamos nessa construção faz toda a diferença para melhor.

Assumimos riscos normais e naturais que constituem aprendizagens várias, que resultam em crescimento, conhecimento e sabedoria. É disso que a vida se ‘alimenta’. O bom seria que todas essas experiências fossem positivas e construtivas, mas infelizmente uma boa maioria das vezes, para muitas Pessoas, resulta em tragédia.

O Efémero e a Mudança são constantes desta dinâmica que nem sempre constroem um Futuro coerente.

O caminho que percorremos para chegar onde queremos é, por vezes, tortuoso e difícil, mas torna-se reconfortante quando conseguimos uma boa parcela dos nossos objetivos.

É neste encadeado de acontecimentos efémeros, sujeitos a mudanças de percurso que o nosso Futuro se vai construindo.

Muitos de nós focam-se apenas nos resultados finais, mas os pontos críticos do caminho, ultrapassados ou não, são elementos essenciais da nossa construção.

Vem este tema a propósito daquilo que a grande maioria de nós vive em tempos de crise e de guerra e que se vê forçado a alterar para manter a dignidade, o valor e a coerência de uma vida a caminho de um Futuro sonhado.

Todos nós sabemos que as crises e as guerras são efémeras, provocam mudanças muito vincadas e nem sempre conduzem a um Futuro desejado e digno.

Estamos num momento crucial da vida do Homem, que em vez de criar Valor Humano, este se deixou enredar nas teias da corrupção, hipocrisia, agressividade, arrogância, ganância, e outras características pobres e indignas.

Seria esperado que soubéssemos corrigir os erros e recompor-nos nos caminhos, da Paz, da Fraternidade, da Igualdade e da Liberdade, desejadas pela grande maioria das Pessoas. Mas infelizmente não. Dá a sensação que quem detém o Poder não consegue (ou não deseja) esse caminho, mas aquele em que atualmente vivemos de sequências de efemérides de triste lembrança, sem Valor Humano, que nos conduzem a um Futuro declaradamente incerto e indigno de Seres Humanos.

Estamos perante governanças de oportunidades irremediavelmente perdidas, onde as mudanças desejadas de paradigma acabam por se transformar em continuidade de mediocridades.

Que bom seria que soubéssemos encontrar-nos nos pontos de convergência, suscetíveis de construção coletiva de um caminho global.

Assistimos indiferentes e incapazes de alterar o rumo dos caminhos traçados por Países (cada um por si), sem uma coerência global, num vislumbre de simples sobrevivência ou subserviência de Políticas dos detentores do Poder. Uns dirão que se trata do exercício da Liberdade de expressão, de execução e de decisão de Povos soberanos. Eu direi que tudo aquilo que prejudique a Liberdade da maioria dos Cidadãos (sejam eles de que País forem), não se trata de uma Liberdade de decisão adequada e correta para o Ser Humano.

A Vida do Homem nós sabemos que ainda é efémera, mas que as ideias e os ideais podem ser perenes. E são estas ideias e ideais que nos vão conduzindo ao Futuro.

O Homem ainda não conseguiu encontrar a harmonia na sua atuação, capaz de transformar a vida das Pessoas numa sequência dinâmica de realidades coerentes, onde a mudança seja natural e o Futuro digno.

Efémero

Alfredo Sá Almeida                                                                                     7 de Abril de 2016

 

Uma Sociedade mergulhada em banalidades

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Vivemos dias difíceis, de crise de tudo. Falta de emprego, de dinheiro, de criatividade, de dinâmica cultural e de Valores Humanos.

A Sociedade das banalidades está instituída e próspera. Atravessa a Cultura de uma ponta à outra, as ideias e a política, a comunicação (dita) social, o dia-a-dia dos Cidadãos. Até a violência se tornou banal e em crescendo.

As relações Humanas que poderiam e deveriam ser de estímulo a uma dinâmica criativa transformaram-se em divertimentos alienantes e sem Valor. Os jovens vivem focados nos tempos livres desprovidos de um sentido de futuro, praticando excessos e assumindo riscos para a vida, sem que daí resulte uma lição para a sua vida. Os espetáculos ‘Alive’, patrocinados por grandes empresas corporativas, estão na ordem do dia e com enchentes históricas. De certo modo não é de admirar, dadas as características do Ensino, das ações de marketing massivas e das condições profissionais (quando existem) em que nos encontramos mergulhados.

Em 2008 declarou-se uma das maiores crises financeiras da nossa história. Passaram-se oito anos e não mudou nada. Os paraísos fiscais continuam a existir, os ricos ficaram mais ricos, a evasão fiscal aumenta, os pobres ficaram mais pobres porque contribuíram fortemente para pagar a crise e o sistema financeiro continua igual a si mesmo sem mudanças previsíveis. Será que as desigualdades sociais se instalaram de vez?

Apesar de vivermos tempos conturbados, este ‘mar’ diário continua chão. Este é um Paradoxo real. Tantas matérias importantes, urgentes, essenciais, fundamentais para terem uma resolução inteligente e com perspetivas de Futuro e este mundo Global discute trivialidades, futebol, telenovelas, ‘reality shows’, a vida dos vizinhos, os crimes dos outros, etc. Deste modo como pretendemos melhorar significativamente o Valor Humano de uma Sociedade?

São necessários novos desígnios abrangentes, nacionais, mundiais, globais que congreguem as Pessoas. Líderes esclarecidos que motivem e incentivem as ‘massas’ com propostas credíveis e confiáveis, com visão de Futuro. Faz falta uma mudança de Paradigma onde a grande maioria das Pessoas se revejam, e, onde sejam colocadas à prova as nossas Consciência e Inteligência Coletivas. Mas não acontece nada! A não ser atentados terroristas, acidentes coletivos graves, ambientais e telúricos, que nos ajudam a afundar no medo e no terror, perdendo ainda mais a nossa criatividade social. Tornámo-nos Espectadores/Comentadores viciados nos acontecimentos dos outros, não Atores/Interventores de uma realidade que queremos para NÓS TODOS como espécie.

No verão deste ano vamos assistir a uma ‘barrigada’ de Desporto, com Jogos Olímpicos e Campeonato Europeu de Futebol. Todo o mundo vai vibrar, exaltar-se e defender as suas cores. E no final, o quê? NADA!

O meu querido Leitor de certeza que já meditou muitas vezes sobre estes aspetos. Com certeza está mais preocupado em aumentar o seu Valor Humano. Mas já pensou em tornar-se um agente ativo de mudança? Já admitiu em tornar-se um ‘não consumidor de banalidades’? É isso mesmo, não consumir aquilo que pretendem que consumamos em grande escala. Pois a nossa ‘Grande Escala’ são os temas e os assuntos globais mais importantes, urgentes, essenciais e fundamentais para a nossa Sociedade Global. São a melhoria das condições sociais, da igualdade de oportunidades, de uma Educação de excelência para TODOS, de uma Política de Justiça Social sustentável e bem estruturada, do nosso Futuro como Seres Humanos.

Nós também nos sabemos divertir e assumir riscos, só não colocamos a nossa vida em risco.

Tanto dinheiro mal gasto em banalidades, com tanto Serviço Social que poderia ser apoiado por entidades privadas, com Consciência e Valor Humano! Tantas carências que poderiam ser aliviadas coletivamente a baixo custo! Tanto apoio social que apenas é prestado em ondas de solidariedade, mas que poderia ter um caráter contínuo!

Vamos contribuir decisivamente para mudar esta Sociedade Global, aumentar o Valor Humano e transformarmo-nos em Seres Humanos de Valor!

Banalidades1

Alfredo Sá Almeida                                                                                         2 de Abril de 2016