O Valor do Poder

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Exercer o Poder é uma capacidade do Homem, com maior ou menor arbitrariedade, de deliberar, de agir, de mandar, ou ainda, a faculdade de exercer a autoridade e a soberania. Sob o ponto de vista sociológico ‘o poder é definido geralmente, como a habilidade de impor a sua vontade sobre os outros, mesmo se estes resistirem de alguma maneira.’

Independentemente do modo como é observado e avaliado, o Poder deve ter Valor Humano. Caso contrário, o exercício dessas capacidades, faculdades e habilidades não serve propósitos Humanos globais.

Apesar de nas Sociedades Democráticas o Poder estar dividido:

  • Poder Social – o Estado;
  • Poder Económico – Empresarial;
  • Poder Militar – Poder Político;
  • Poder Judicial – Justiça

Existe sempre uma subordinação a uma autoridade máxima, que na grande maioria dos Países é representado pelo Presidente da República ou pelo Rei (ou Rainha).

Muitas vezes assistimos impotentes a ‘disputas’ entre órgãos de Poder pela concretização de uma parcela desse Poder, ou da parcela decisiva.

Exemplos:

  1. “Congresso ultrapassa veto de Obama e aprova lei contra governos patrocinadores de terrorismo” – (https://www.publico.pt/mundo/noticia/congresso-ultrapassa-veto-de-obama-e-aprova-lei-contra-governos-patrocinadores-de-terrorismo-1745541);
  2. “ONU: “Crise repentina pode alterar” escolha do secretário-geral” – (http://www.tvi24.iol.pt/politica/presidente-da-republica/onu-crise-repentina-pode-alterar-escolha-do-secretario-geral);

Exemplos destas disputas não faltam, são o dia-a-dia da vida Política. São sempre uma tentativa de sobrepor uma vontade à vontade de outro órgão de soberania.

A questão que se coloca, na maioria das vezes, é a da legitimidade, da justiça ou do Valor dessa vontade contrária. É que o exercício do Poder é essencialmente uma vontade coletiva, ou uma interpretação momentânea da vontade coletiva que dará lugar à Consciência Coletiva e oficial de um Povo.

Diz-se que o Povo (em Democracia) é o supremo detentor do Poder. Esta afirmação é tanto mais verdadeira quanto maior representatividade tiver esse Povo, ou a qualidade das ações que possa exercer para demonstrar a sua vontade. Caso contrário, haverá sempre um Político que tomará a iniciativa de uma interpretação da vontade do Povo e desencadeará as ações táticas necessárias para influenciar decisivamente a estratégia.

Mas, para lá da legitimidade ou da justiça na vontade contrária, existe uma dimensão que quase nunca ninguém coloca, que se prende com o Valor dessa ação. Sobretudo, na dimensão do Valor Humano da ação contrária.

Quando o Poder é exercido de forma coletiva e existe um consenso, normalmente as questões da legitimidade e da justiça estão praticamente superadas. Mas para que exista Valor tem de haver coerência da ação com as demais posições Políticas, ou outras, que foram tomadas.

Infelizmente assistimos, mais vezes do que devíamos, a uma total falta de coerência em determinadas ações de Políticos, que na ansia de interpretarem a vontade do Povo, demonstram uma vontade individualista da sua ação. O mais grave, é que essas vontades individualistas, repentinamente expressas, acabam por se sobrepor indevidamente aos processos decisórios definidos democraticamente em tempo oportuno, desvirtuando e desrespeitando todo o processo instituído. Neste caso, acabam retirando todo o Valor que a decisão acarreta.

Os Líderes mundiais, detentores do Poder Global, deveriam preocupar-se com TODAS as dimensões (Legitimidade, Justiça e Valor) das suas decisões, e, deixarem-se de vontades individualistas repentinas e incoerentes que lhes retiram o Valor Humano e acrescentam a incompreensão do Povo.

O modo como os Líderes lidam com as incertezas do mundo não pode representar ‘opacidade’ na nova decisão, pelo contrário, a alteração da decisão deve ser bem clarividente e coerente para congregar vontades, em vez de congregar repulsa.

Considero ser necessário salientar quais as características negativas que retiram toda a Legitimidade, Justiça e Valor ao Poder. Este é o caso da falta de princípios éticos, dissimulação de vontades, corrupção processual, autoritarismo, etc.

Mas no que concerne à ‘… habilidade de impor a sua vontade sobre os outros, …’ não vale tudo. Há regras e boas práticas Políticas que devem ser realizadas para não desvirtuar o Poder.

O mundo Global de hoje, e os seus Líderes, vive em maior ambiente de incerteza e em ampla expressão de vontades coletivas, que requer decisões sábias, conciliadoras, com sentido de futuro global e muito Valor acrescentado. Sabemos, pelas observações, conhecimento e avaliações que fazemos, da prática Política atual, que uma boa parte dos problemas mundiais resultam da impreparação e erros cometidos por líderes (e seus assessores) incapazes de negociar convenientemente vontades coletivas. Os restantes problemas advêm da intransigência negocial das partes envolvidas, do extremar de posições, da arrogância negocial, da tentativa de acrescentar Poder ao já existente e do desfasamento cultural e de Valores dos intervenientes.

Se a carência em Valores Humanos se faz sentir enormemente entre os elementos do Povo e na prática da Sociedade, ela tem uma dimensão bem maior quando esses Valores não estão enraizados nos dirigentes Políticos e outros. A Paz é fundamental em qualquer processo negocial. Mas infelizmente verificamos que a falta de sincronia das vontades coletivas, causadas pela crescente vertente de desigualdades sociais ou pela falta de concordância no estabelecimento de prioridades, e ausência de Valores Humanos acrescenta intransigência negocial.

O meu caro Leitor também está em posição privilegiada para contribuir para o Valor do Poder. Para tal, será conveniente que aumente a sua Consciência Coletiva, o seu Conhecimentos de matérias importantes para o Povo e desenvolva Valores Humanos, que lhe permitam exprimir a vontade coletiva com a coerência, legitimidade e justiça sociais necessárias.

Alfredo Sá Almeida                                                                               30 de Setembro de 2016

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A imortalidade do Valor Humano

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Uma Sociedade baseada no sistema de Valor Humano pode efetivamente, para além de contribuir para uma maior justiça social, ajudar a consolidar o Humanismo como filosofia de Vida.

Mas a Vida Humana, tal como menciona Antoine de Saint-Exupéry – “Apesar da vida humana não ter preço, agimos sempre como se certas coisas superassem o valor da vida humana” – não pode ser tratada com a indiferença e a frieza de espírito que caracterizam os tempos atuais.

Nos textos deste Blog tenho dado relevo à importância dos Valores Humanos e a uma Educação de excelência para TODOS por forma a dar corpo aos desígnios da Sociedade de Valor Humano. É neste contexto que estou inteiramente de acordo com Pedro Lício quando afirma “Um sistema que deturpa os verdadeiros valores humanos, só pode gerar uma sociedade moralmente doente.” É precisamente neste ‘estado’ que a sociedade atual se encontra, “moralmente doente”.

Todos os Autores que estão focados no Ser Humano e na Biosfera são unânimes em afirmar o quão doente o Homem se encontra, ao ponto de se ter tornado mais violento e desrespeitar a Vida.

Recentemente, Harald Welzer (psicólogo social de formação) e autor do livro “Guerras Climáticas” é perentório a afirmar que “O futuro é violento e já começou”  (https://www.publico.pt/temas/jornal/o-futuro-e-violento-e-ja-comecou-27220177). Segundo este Autor “… a tomada de consciência e o saber não chegam para alterar as nossas práticas, os hábitos quotidianos. O que mais contribui para a mudança de uma prática é a própria prática. Se anunciamos um acontecimento catastrófico que se produzirá em 2050, devido à subida das águas do mar, as pessoas acham a mensagem assustadora, sabem muito bem que participam dos hábitos e do modo de vida que conduz à catástrofe, mas continuam a fazer o que sempre fizeram”.

A meu ver, cada dia que passa faz ainda mais sentido uma Educação formal em Valores Humanos e o desenvolvimento de uma Sociedade de Valor Humano. Perante esta preocupante ‘doença’ do Homem, exige-se uma mudança de Paradigma da Sociedade Global e uma dinâmica nova para a Sociedade.

Aliás, esta preocupação não vem de hoje. Já Albert Camus (1913-1960) exprimia o forte desejo de mudança e novas dimensões para o Homem “O mundo assim como está não é suportável, por conseguinte, preciso da lua, da felicidade ou da imortalidade, de qualquer coisa que seja loucura, talvez, mas que não pertença a este mundo”.

É na dimensão da Imortalidade que pretendo construir a tese do título deste texto.

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Esta citação de Casimiro de Brito vem ajudar-me nessa construção, pois o Homem sempre ansiou pelo Futuro longínquo e pelo prolongamento da vida para além da sua morte.

Ultrapassar a morte física sempre constituiu um desejo do Homem culto ou do Herói amado pelo seu Povo.

Na realidade é um desejo legítimo de Vida Eterna para quem tem a consciência do Bem ou da dimensão de grandeza intelectual que a sua vida contribuiu para o bem-estar ou a melhoria de vida dos outros.

A questão principal que se coloca aqui prende-se com o verdadeiro conceito de Valor Humano. Pois, se a Vida por si só tem Valor e a responsabilidade acrescida do Ser Humano com Valor contribui de forma decisiva para o bem comum, faz todo o sentido que esse Valor Humano se possa transformar em imortal e perpetuar-se na mente de outros Seres Humanos no Futuro. Esta seria a dinâmica desejada para a melhoria contínua duma Sociedade desta natureza.

Para tal é importante que TODOS os Seres Humanos, numa Sociedade de Valor Humano, desenvolvam livremente uma Vida de Valor ao ponto de poderem ser imortalizados pelos seus feitos. Deste modo, TODOS teremos maiores probabilidades de conseguir prolongar a nossa ‘vida’.

É esta ‘memória’ coletiva, do melhor que o Ser Humano com Valor conseguiu e consegue realizar, que dá sentido à Imortalidade do Valor Humano.

Será uma vantagem para TODOS poderem comungar e desenvolver-se com os Valores e exemplos de Vida daqueles que contribuem para a história futura do Valor Humano.

Imaginemos como será o mundo se o Ser Humano se tornar realmente imortal! Esta realidade poderá estar ao alcance do processo científico. Segundo José Luis Cordeiro (professor e assessor da Singularity University), a humanidade passará por uma ‘explosão de tecnologia’ e que esse progresso tecnológico permitirá acabar com o envelhecimento, classificado por ele como uma ‘doença curável’  (http://opiniaoenoticia.com.br/noticia/em-2045-o-ser-humano-sera-imortal-diz-cientista/).

Neste artigo de opinião este Investigador afirma que nem a AIDS, nem o câncer e nem a fome poderão acabar com a espécie humana, porque “o envelhecimento é uma doença curável”.

Ora, se a esta evolução tecnológica somarmos uma evolução para uma Sociedade de Valor Humano, poderemos beneficiar duplamente deste sentido de Imortalidade que aqui exprimi.

Alfredo Sá Almeida                                                                                   21 de Setembro de 2016

Títulos dos Textos publicados no Blog

  1. A Vida, o Homem e a Perfeição
  2. Valor Humano
  3. Se somos todos originais porque nos comportamos como cópias?
  4. Quem tem medo que o sistema financeiro internacional entre em colapso definitivo?
  5. Os Valores Humanos, os Antivalores e os Desvalores
  6. Características do Valor Humano comparadas com o valor do dinheiro
  7. A relação entre o Valor Humano, o Estado e os Impostos
  8. Caracterização da Sociedade atual
  9. Características de uma Sociedade baseada no Valor Humano
  10. A magia, os superpoderes e o Valor Humano
  11. Meritocracia versus Valor Humano
  12. A violência da Sociedade atual
  13. A crise da Consciência
  14. O Homem e o sentido da vida
  15. Inteligência Artificial não possui Valor Humano!
  16. O Valor Humano não se coaduna com a repetição de erros!
  17. Os 3V’s que prejudicam o Valor Humano
  18. A Arquitetura Humana – The Human Architecture
  19. Cultura de Crise
  20. Como Você encara o Futuro?
  21. O Propósito do Valor Humano
  22. Diálogo sobre o tema ‘Valor Humano’
  23. A Hipocrisia não entra no Valor Humano!
  24. A Dinâmica entre Valores e Direitos Humanos
  25. Subordinação e Valor Humano
  26. Quando a competitividade atrapalha o Valor Humano
  27. Quando a Liderança não tem Valor Humano!
  28. Um ‘Déjà-vu’ sem Valor Humano
  29. A Qualidade de Vida é intrínseca do Valor Humano
  30. Sobre a Verdade – About the Truth
  31. Criar Riqueza ou Criar Valor Humano?
  32. Não há progresso sem Valor Humano!
  33. Prioridades sem Valor Humano
  34. A saúde mental é essencial numa sociedade de Valor Humano!
  35. Paraíso Terrestre?
  36. A construção de desigualdades artificiais prejudica o Valor Humano
  37. Uma Sociedade de Valor Humano contribui para a Felicidade Social
  38. Privilégios pessoais não acrescentam Valor Humano!
  39. Uma Sociedade mergulhada em banalidades
  40. O Efémero, a Mudança e o Futuro
  41. O Positivismo Otimista tem Valor Humano?
  42. A Dinâmica do Valor Humano na Continuidade e/ou Mudança
  43. A realização dos Sonhos e a Criatividade são a Alma do Valor Humano
  44. A necessidade de um Inconformismo de Valor Humano
  45. Porque é importante o Pensamento Crítico numa Sociedade de Valor Humano!
  46. O Homem habita uma nova Terra!
  47. Consciência e Futuro Coletivos dão coerência ao Valor Humano
  48. Mundo fechado versus Mente aberta
  49. E se você conseguisse ver o Futuro?
  50. Declaração Universal de Valores Humanos
  51. A essência das avaliações pessoais no mundo do Valor Humano
  52. Se …
  53. A vida tem limites!
  54. Dar Valor a …
  55. As dívidas e o Valor Humano
  56. I Dia Internacional dos Valores Humanos
  57. Valores Humanos – Concurso

Alfredo Sá Almeida

Nota: Textos de minha autoria, ordenados por data de publicação.

Valores Humanos – Concurso

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Incentivar os jovens a pensar sobre suas Visões, Amor, Liberdade, Organização Social, Respeito, Empatia e Solidariedade e como estes Valores podem tornar a VIDA com maior significado e mais divertida. Este trabalho que está a ser desenvolvido pela Human Values Foundation sobre Valores Humanos chega em muito boa hora aqui em Portugal, Brasil e todos os Países de expressão oficial em Português (PALOP).

Seria ótimo que as ESCOLAS PÚBLICAS e PARTICULARES participassem ativamente neste concurso.

Será um grande estímulo e uma grande ajuda para a nossa Sociedade, que as nossas crianças e jovens tenham a oportunidade de Refletir sobre os Valores Humanos, hoje tão esquecidos e descaracterizados.

Como já dizia o grande e insuperável Paulo Freire: “É porque eu respeito as Pessoas que eu amo o mundo e luto para que a Justiça Social venha antes da Caridade”.

Para comemorar o I Dia Internacional dos Valores Humanos no dia 20 de Outubro de 2016, a Human Values Foundation convida crianças em idade escolar com idades entre 7-11 anos para participar de uma competição escrita sobre história global!

As histórias devem ser originais e centradas em torno de um valor escolhido. Além disso, elas não devem ter mais do que 300 palavras de texto e podem ser ilustradas!
Todas as histórias devem ser apresentadas até 14 de Outubro de 2016.

Para mais detalhes consultar este link (Human Values Foundation).

Por favor, partilhem este evento entre amigos e família! Obrigado.

Alfredo Sá Almeida e Angela Alem

I Dia Internacional dos Valores Humanos

Human Values Foundation

(http://www.humanvaluesfoundation.com/)

Para comemorar o I Dia Internacional dos Valores Humanos no dia 20 de Outubro de 2016, a H.V.F. (Human Values Foundation) convida crianças em idade escolar com idades entre 7-11 anos para participar de uma competição escrita sobre história global!

As histórias devem ser originais e centradas em torno de um valor escolhido. Além disso, elas não devem ter mais do que 300 palavras de texto e podem ser ilustradas!

Todas as histórias devem ser apresentadas até 14 de Outubro de 2016.

Por favor, partilhem este evento entre amigos e família! Obrigado.

(https://www.facebook.com/events/506691532862449/)

As dívidas e o Valor Humano

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Nos dias de hoje é comum, para não dizer obrigatório, as Pessoas terem dívidas monetárias. Todo o mundo está endividado. São as Pessoas, as Empresas, as Instituições e os Estados que se encontram endividados em maior ou menor grau. Aliás, penso ser muito difícil encontrar alguém que não esteja endividado. Este é um estatuto típico da realidade financeira que nos domina e nos consome. Quanto mais dívida houver mais dinheiro existirá em circulação.

Esta realidade da Sociedade atual tornou-se um vício, bem estimulado pelos Bancos e outras Instituições financeiras, que vivem e se desenvolvem dele.

Por mais resistências que se tentem estabelecer, ninguém consegue fugir a este sistema que se tem aperfeiçoado ao longo do tempo. Se os Cidadãos não tomarem consciência plena desta realidade e não lutarem por um novo paradigma da Sociedade, temo que esta dependência atinja o ponto de não retorno.

Todos nós conhecemos exemplos pessoais, empresariais e de Países que se endividaram mais do que é possível imaginar. Mas nunca ouve problema algum, até à recente crise Financeira. Esta levou muito boas Pessoas a perder as suas poupanças porque o sistema tudo faz (até sem ética e sem vergonha) para captá-las. Mas os Bancos, esses, não perderam nada. Quem perdeu foram os Cidadãos que foram obrigados a pagar compulsivamente todos os devaneios dos Bancos e dos Estados

Mas enganaram-se aqueles que pensaram que o sistema iria ser reformulado e corrigido. Não, nada mudará verdadeiramente num sistema desta natureza. Esta é a única forma de sobrevivência deste sistema financeiro.

Como sabem, tenho vindo a defender uma mudança significativa de paradigma da Sociedade atual para uma Sociedade de Valor Humano.

Um aspeto interessante e importante neste modelo de Sociedade é o facto de não poder haver dívidas. Não poderá haver porque não existirão mecanismos que o permitam. E, caso existam Pessoas que tentem implementar esquemas dessa natureza, perderão Valor Humano significativo. Para o efeito consultem os meus textos anteriores:

A única dívida que será permitida, numa Sociedade de Valor Humano, é a DÍVIDA DE GRATIDÃO.

Esta será uma nova dimensão, bem mais Humana e positiva, para um problema que tem causado tanto sofrimento e tanta perda de dignidade. Mas não pensem que poderão manter as atitudes e comportamentos viciantes do passado. NÃO, NÃO. A mudança será efetiva e TODOS vamos aprender a desenvolvermo-nos como Seres Humanos. Não é difícil, nem doloroso, nem viciante, pelo contrário é motivador e libertador sob vários pontos de vista, racional, emocional e espiritual.

A vantagem das dívidas de gratidão está no facto de desencadearem uma corrente positiva de intervenções entre os Cidadãos e a Sociedade acaba por se transformar em algo de bom.

Meus caros Leitores, atualmente estamos perante problemas graves da Sociedade e num momento fulcral desta, que nos deve levar a refletir e mudar profundamente o rumo dos acontecimentos.

Ou faremos História por desencadear mudança efetiva, ou seremos indefinidamente seguidores de um sistema desumano e irracional.

Eu prefiro uma Sociedade de Valor Humano!

Alfredo Sá Almeida                                                                                  2 de Setembro de 2016